Catálogo aberto de proteínas e estruturas 3D da flora nativa do Brasil, cruzadas a territórios tradicionais, para uma bioprospecção com ciência rastreável.

A biodiversidade brasileira é também patrimônio dos povos e comunidades tradicionais. Cruzamos a ciência de proteínas com o mapa desses territórios para tornar visível a origem do conhecimento.
Evidência de que espécies presentes em bancos internacionais nascem em territórios tradicionais brasileiros.
Rastrear a origem geográfica e cultural dos recursos genéticos, alinhado ao Protocolo de Nagoia.
Valorizar as comunidades como guardiãs da biodiversidade, no centro da pesquisa, não à margem.
O Brasil abriga a maior biodiversidade vegetal do mundo, com mais de 46.000 espécies de plantas conhecidas. Hoje o nosso acervo é, sobretudo, proteômico: reunimos e cruzamos proteínas, enzimas e estruturas tridimensionais de múltiplas fontes internacionais num único ambiente integrado, incluindo 1.260 enzimas únicas mapeadas na flora nativa.
Identificar espécies ameaçadas e apoiar estratégias de preservação da flora nativa.
Da molécula conhecida à enzima e à espécie que a produz, com evidência rastreável.
Representação ilustrativa dos domínios que cobrimos.
Exploração e análise de dados proteômicos vegetais em um só lugar.
Localize espécies por nome científico, popular, família ou bioma. Combine filtros, ordene por nº de proteínas e exporte resultados.
Compare proteínas do NCBI e UniProt lado a lado, com alinhamento colorido por identidade e similaridade bioquímica.
Visualize o modelo tridimensional de cada proteína (AlphaFold/ESMFold), com confiança por resíduo (pLDDT).
Algumas espécies do catálogo, com proteínas catalogadas e os povos tradicionais que as manejam.



Da molécula conhecida à rota de produção: busque um composto e veja quais espécies da flora brasileira o produzem, com evidência rastreável, estrutura 3D da enzima e protocolo de extração.
Representação ilustrativa do percurso.

Biomédica pela Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública, mestre em Ciências (ênfase em Ciências Médicas) pela USP. Fundadora da Planty. Responsável pela concepção científica e curadoria de dados.

Engenheiro de software (Ciência da Computação), ex-Nubank em sistemas distribuídos. Responsável pela arquitetura da plataforma e pelos pipelines de dados proteômicos.
Catálogo aberto de espécies nativas, com proteínas e estruturas 3D cruzadas a territórios tradicionais.
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